O monitor de juros faz o acompanhamento mensal das taxas de juros médias de seis linhas de crédito à pessoa jurídica dos bancos que informam suas taxas médias aplicadas ao Banco Central. As taxas correspondem ao custo efetivo médio das operações para os clientes, composto pelas taxas de juros efetivamente praticadas, acrescidas dos encargos fiscais e operacionais incidentes sobre as operações. A definição dos bancos segue a existência do maior número de agências no Rio Grande do Sul.
No capital de giro com prazo até 365 dias, entre as sete instituições analisadas, foram registradas quatro quedas e três altas. A menor taxa foi do Itaú, em 1,95% a.m. (2,32% a.m. em julho de 2025), e a maior do Banco do Brasil, em 2,99% a.m. (3,41% a.m. em julho de 2025).
Na modalidade de capital de giro com prazo superior a 365 dias, houve quatro quedas e três altas. O Banco Safra apresentou a menor taxa, em 1,76% a.m. (1,88% a.m. em julho de 2025), enquanto o Banrisul registrou a maior, em 2,99% a.m. (2,09% a.m. em julho de 2025).
Na conta garantida, das seis instituições observadas, foram verificadas quatro altas e duas quedas. O menor valor foi registrado pelo Banco do Brasil, em 2,39% a.m. (2,46% a.m. em julho de 2025), e o maior pelo Bradesco, em 4,90% a.m. (4,86% a.m. em julho de 2025).
Na antecipação de faturas de cartão de crédito, entre as cinco instituições, houve duas quedas, duas altas e uma estabilidade (Itaú, em 1,20% a.m. em agosto de 2025 e julho de 2025). A maior taxa foi do Santander, em 2,25% a.m. (2,53% a.m. em julho de 2025).
No desconto de cheques, das seis instituições pesquisadas, foram registradas quatro altas e duas quedas. A menor taxa foi a do Banco Safra, em 1,77% a.m. (1,67% a.m. em julho de 2025), e a maior do Banco do Brasil, em 3,07% a.m. (4,13% a.m. em julho de 2025).
Por fim, no cheque especial, entre oito instituições, verificaram-se quatro altas, três quedas e uma estabilidade (Citibank, em 2,10% a.m., mesmo patamar de julho de 2025). A menor taxa entre os demais foi a do Banco Safra, em 11,77% a.m. (11,63% a.m. em julho de 2023), enquanto a maior foi a do Itaú, em 15,70% a.m. (16,27% a.m. em julho de 2025). Veja o monitor completo.
Fonte: Fecomércio-RS